Boer | M1 | Glossário


  • 5 alfarredutase. Enzima que converte a testosterona em di-hidrotestosterona dentro das células.
  • ABP. Proteína ligadora de andrógenos que se associa à testosterona nos túbulos seminíferos.
  • Absorção. Transporte das moléculas úteis dos alimentos do lúmen do tubo GI para o sangue.
  • Acetilcolina. Neurotransmissor que atua na junção neuromuscular, com efeito excitatório, e no coração, com efeito inibitório.
  • Ácido acetilsalicílico (AAS). Substância que impede a formação de tampão plaquetário e, consequentemente, a coagulação.
  • Ácido ascórbico. Composto orgânico necessário para a integridade dos vasos sanguíneos e saúde dos dentes.
  • Ácido clorídrico (HCl). Substância produzida pelas células parietais do estômago que ajuda na digestão e destruição de microrganismos.
  • Acidose. Condição em que o pH do sangue está abaixo de 7,35, causando depressão do sistema nervoso, desorientação, confusão mental e coma.
  • Acomodação. Adaptação do cristalino para a visão de perto ou de longe.
  • Adeno-hipófise. Parte anterior da glândula hipófise responsável pela produção de sete tipos de hormônios.
  • Adeno-hipófise. Parte da hipófise responsável pela produção e liberação de hormônios como LH e FSH.
  • ADH. Hormônio antidiurético ou vasopressina que atua nos rins para reter líquido e aumentar a pressão arterial.
  • Albumina. Proteína responsável pelo transporte de várias substâncias e pela pressão osmótica no sangue.
  • Alcalose. Condição em que o pH do sangue está acima de 7,45, causando excitação do sistema nervoso, convulsões e contrações fortes.
  • Aldosterona. Hormônio mineralocorticoide produzido pelas glândulas suprarrenais que regula a reabsorção de sódio e água e promove a secreção de potássio.
  • Aldosterona. Hormônio mineralocorticoide que promove a reabsorção de sódio nos rins, aumentando a pressão arterial.
  • Aldosterona. Hormônio produzido pela glândula adrenal que aumenta a reabsorção de água nos rins, aumentando a volemia e a pressão arterial.
  • Alvéolos. Estruturas responsáveis pelas trocas gasosas nos pulmões, semelhantes a cachos de uvas e envolvidas por uma rede de vasos sanguíneos.
  • Amígdala. Centro das emoções e coordena a memória.
  • Amilase salivar. Enzima que digere os carboidratos na boca.
  • Ampola. Parte distal das tubas uterinas onde geralmente ocorre a fertilização.
  • Ampola. Porção dilatada na base dos canais semicirculares que contém cristas.
  • Anabolizantes. Esteroides androgênicos anabólicos que aumentam a produção de proteínas musculares.
  • Anatomia. Ciência que estuda a estrutura dos seres vivos.
  • Androgênios. Hormônios esteroides com efeitos masculinizantes, produzidos nas glândulas suprarrenais.
  • Androgênios. Hormônios responsáveis pelas características masculinas, como testosterona, di-hidrotestosterona e androstenediona.
  • Aneurisma. Dilatação anormal de um vaso sanguíneo, geralmente uma artéria.
  • Angiotensina II. Hormônio que reduz a taxa de filtração glomerular por vasoconstrição das arteríolas aferente e eferente.
  • Angiotensina. Peptídeo que causa vasoconstrição e aumento da pressão arterial. A angiotensina 1 é convertida em angiotensina 2 pela enzima conversora da angiotensina (ECA).
  • Anticoagulantes. Substâncias que evitam a coagulação do sangue.
  • Antígenos. Substâncias que provocam a produção de anticorpos no organismo.
  • Antro. Espaço arredondado no centro do folículo onde se acumula o líquido folicular.
  • Aparelho justaglomerular. Estrutura no néfron onde o túbulo distal passa entre as arteríolas aferente e eferente, próximo ao corpúsculo renal.
  • Área apnêustica. Localizada na parte inferior da ponte, auxilia no ritmo da inspiração e expiração calma.
  • Área associativa auditiva. Localizada no lobo temporal, traduz sons.
  • Área associativa pré-motora. Controla movimentos aprendidos e habilidades.
  • Área associativa somatossensorial. Reconhece forma e textura de objetos sem visão.
  • Área associativa visual. Responsável pela visão, situada no lobo occipital.
  • Área da linguagem. Inclui a área de Broca e outras áreas motoras para fala.
  • Área de Broca. Responsável pela fala e compreensão da linguagem.
  • Área de Wernicke. Reconhece palavras faladas e traduz em pensamentos.
  • Área dos campos oculares frontais. Ativa durante a leitura, localizada no lobo frontal.
  • Área pneumotáxica. Situada na parte superior da ponte, envia sinais inibitórios para os núcleos respiratórios da medula oblonga.
  • Artéria. Vaso sanguíneo que transporta sangue do coração para as células do corpo.
  • Arteríola. Pequeno vaso sanguíneo que resulta da ramificação das artérias e que se transforma em capilares.
  • ATP (trifosfato de adenosina). Molécula que armazena e fornece energia para processos celulares.
  • Atresia. Processo de morte celular em que muitos folículos não se desenvolvem.
  • Átrios. Cavidades superiores do coração que recebem o sangue das veias e o enviam para os ventrículos.
  • Autorregulação renal. Mecanismo que mantém constante a taxa de filtração glomerular, mesmo com variações da pressão arterial sistêmica.
  • Axônio. Prolongamento do neurônio responsável por enviar ordens, desempenhando a função motora.
  • Barorreceptor. Receptor sensorial que detecta mudanças na pressão arterial e ajuda a regulá-la.
  • Basófilos. Leucócitos que contêm grânulos com histamina e heparina, envolvidos em reações alérgicas.
  • Bastonetes. Células fotorreceptoras responsáveis pela visão em luz fraca.
  • Bile. Líquido produzido pelo fígado que participa da digestão das gorduras e serve como produto de excreção.
  • Blastocisto. Estágio do embrião com cerca de 100 células, que se implanta no endométrio.
  • Bolo alimentar. Massa úmida e mole formada pela mastigação dos alimentos e mistura com a saliva.
  • Bomba de Na+ K+. Transporte ativo primário que move sódio e potássio através da membrana celular.
  • Botão axonal. Parte dilatada no fim de uma fibra motora, importante no processo de comunicação neuronal.
  • Broncoconstrição. Diminuição do calibre dos brônquios, aumentando a resistência ao fluxo de ar.
  • Broncodilatação. Aumento do calibre dos brônquios, diminuindo a resistência ao fluxo de ar.
  • Brônquios. Tubos que se ramificam a partir da traqueia e conduzem o ar aos pulmões.
  • Cálcio. Mineral essencial para a formação de ossos e dentes, coagulação do sangue e funcionamento muscular.
  • Calcitonina. Hormônio tireoidiano que controla o metabolismo do cálcio e do fosfato, inibindo a reabsorção óssea.
  • Calcitriol. Forma ativa da vitamina D3, produzida pelos rins, que participa do equilíbrio do cálcio corporal.
  • Campos associativos. Integram informações sensoriais e motoras.
  • Campos motores. Localizados nos lobos frontais, responsáveis por movimentos voluntários.
  • Campos sensitivos. Áreas do córtex que recebem informações sensoriais.
  • Canais semicirculares. Estruturas na orelha interna que detectam aceleração rotatória.
  • Capacidade pulmonar total. Soma da capacidade vital e do volume residual.
  • Capacidade vital. Quantidade máxima de ar que pode ser voluntariamente movimentada para dentro e para fora do sistema respiratório.
  • Capilar. Menor vaso sanguíneo responsável pelas trocas de substâncias entre o sangue e as células.
  • Capilares glomerulares. Capilares fenestrados que formam parte do corpúsculo renal e participam da filtração do sangue.
  • Capilares. Menores vasos sanguíneos responsáveis pelas trocas de substâncias entre o sangue e as células.
  • Cápsula de Bowman. Estrutura do néfron formada por podócitos, onde ocorre a filtração glomerular.
  • Carboidratos. Açúcares que são fontes de energia para o corpo.
  • Cárdia. Região do estômago em volta da abertura superior, próxima ao esfíncter esofágico.
  • Carina. Região onde a traqueia se divide em brônquios direito e esquerdo.
  • Células absortivas. Células do epitélio intestinal que digerem e absorvem nutrientes.
  • Células alfa. Células do pâncreas que produzem o hormônio glucagon.
  • Células alveolares do tipo 1. Responsáveis pelas trocas gasosas nos alvéolos.
  • Células alveolares do tipo 2. Produzem o líquido surfactante, que reduz a tensão superficial da água nos alvéolos.
  • Células beta. Células do pâncreas que produzem o hormônio insulina.
  • Células bipolares. Células da retina que fazem sinapses entre fotorreceptores e células ganglionares.
  • Células caliciformes. Células que produzem muco para lubrificação e umidificação.
  • Células ciliadas. Receptores sensoriais na orelha interna e retina, responsáveis pela detecção de movimento e luz.
  • Células citotóxicas naturais (NK). Linfócitos que destroem células estranhas ou invasoras do corpo.
  • Células D. Células que produzem somatostatina, inibindo a secreção gástrica.
  • Células da glia. Células que suportam fisicamente os neurônios, ajudando na sobrevivência e manutenção do sistema nervoso.
  • Células da granulosa. Células que recobrem o oócito e produzem estrogênio e inibina.
  • Células de Leydig. Células localizadas no tecido intersticial dos testículos que produzem testosterona.
  • Células de Paneth. Células que produzem lisozima e realizam fagocitose.
  • Células de Schwann. Células do SNP que isolam os axônios criando mielina, importante para a condução do impulso nervoso.
  • Células de Sertoli. Células sustentaculares nos túbulos seminíferos que ajudam no desenvolvimento das espermatogônias.
  • Células enteroendócrinas. Células que produzem hormônios como secretina, CCK e GIP.
  • Células ependimais. Células epiteliais que criam uma barreira seletivamente permeável entre os compartimentos do encéfalo.
  • Células G. Células que produzem o hormônio gastrina.
  • Células ganglionares. Células da retina cujos axônios formam o nervo óptico.
  • Células mucosas do colo. Células que produzem muco e bicarbonato para proteger o estômago.
  • Células parietais. Células que produzem ácido clorídrico e fator intrínseco.
  • Células principais. Células que secretam pepsinogênio e lipase gástrica.
  • Células satélites. Células do SNP que oferecem suporte aos corpos celulares.
  • Células semelhantes às enterocromafins. Células que produzem histamina, estimulando a produção de ácido.
  • Células tronco. Células totipotentes que podem se diferenciar em qualquer célula do sangue.
  • Cemento. Tecido que reveste a raiz do dente.
  • Centro respiratório. Localizado no tronco encefálico, regula a respiração através dos núcleos da medula oblonga e da ponte.
  • Ciclo cardíaco. Sequência de eventos que ocorrem durante um batimento cardíaco completo, incluindo sístole e diástole.
  • Ciclo ovariano. Eventos que ocorrem nos ovários durante o ciclo reprodutivo feminino.
  • Ciclo reprodutivo feminino. Conjunto de eventos nos ovários e no útero que ocorrem mensalmente.
  • Ciclo uterino. Transformações que ocorrem no útero durante o ciclo reprodutivo feminino.
  • Cílios. Estruturas na superfície das células epiteliais que movem o muco em direção à epiglote.
  • Cílios. Estruturas que protegem os olhos de objetos estranhos e suor.
  • Cinocílio. Cílio maior presente nas células ciliadas.
  • Citocinas. Hormônios que comunicam e atraem leucócitos para locais de agressão.
  • Citoplasma. Substância que preenche o interior da célula, onde estão as organelas.
  • Claude Bernard. Fisiologista francês considerado o “pai” da fisiologia moderna.
  • Cloreto de sódio. Composto reabsorvido no néfron, especialmente na alça de Henle, influenciando a osmolaridade.
  • Cloreto. Principal ânion do líquido extracelular, importante no balanço hídrico.
  • Coagulação. Conjunto de reações químicas que formam um coágulo para parar o sangramento.
  • Colecistocinina (CCK). Hormônio que diminui a motilidade gástrica e promove a ejeção da bile.
  • Colostro. Substância amarelada rica em proteínas e anticorpos, produzida pelas glândulas mamárias.
  • Compensação. Resposta do organismo a desequilíbrios acidobásicos, podendo ser respiratória ou renal.
  • Complacência. Capacidade dos pulmões de se distenderem.
  • Complexo de Golgi. Organelas que modificam e empacotam proteínas para transporte.
  • Condutibilidade. Capacidade do neurônio de transmitir impulsos nervosos rapidamente.
  • Contratilidade. Capacidade de contração das células musculares do coração.
  • Córnea. Tecido transparente que refrata a luz em direção à retina.
  • Coroa radiada. Estrutura formada por células da granulosa aderidas à zona pelúcida.
  • Corpo albicante. Estrutura resultante da degeneração do corpo lúteo quando não há fertilização.
  • Corpo celular. Parte do neurônio onde se encontram o núcleo e as principais organelas, desempenhando a função associativa.
  • Corpo lúteo. Estrutura formada após a ovulação que produz progesterona.
  • Corpúsculo renal. Estrutura formada pelo capilar glomerular e pela cápsula de Bowman, onde ocorre a filtração do sangue.
  • Córtex auditivo. Localizado no lobo temporal, recebe informações das orelhas.
  • Córtex gustatório. Recebe informações das papilas gustativas, localizado no lobo parietal.
  • Córtex olfatório. Recebe informações dos quimiorreceptores do nariz, localizado no lobo temporal.
  • Córtex visual. Localizado no lobo occipital, recebe informações dos olhos.
  • Córtex. Camada superficial do cérebro, especializada em reconhecimento sensorial e coordenação de movimentos.
  • Cortisol. Principal hormônio glicocorticoide que afeta a homeostase da glicose e tem efeitos anti-inflamatórios.
  • Creatina. Molécula rica em energia usada na contração muscular.
  • Cristalino. Estrutura transparente que ajusta a focalização dos raios luminosos.
  • Cristas. Elevações na ampola dos canais semicirculares que contêm células ciliadas.
  • Cúpula. Membrana gelatinosa que cobre as células ciliadas nos canais semicirculares.
  • Débito cardíaco (DC). Volume de sangue ejetado pelo coração a cada minuto, calculado como frequência cardíaca multiplicada pelo volume de ejeção.
  • Débito cardíaco. Volume de sangue ejetado pelo coração a cada minuto.
  • Defecação. Processo de eliminação das fezes pelo ânus.
  • Dendritos. Prolongamentos do neurônio que captam estímulos do meio ambiente, desempenhando a função sensitiva.
  • Dentina. Tecido mineralizado do dente, localizado abaixo do esmalte e do cemento.
  • Diabetes melito. Síndrome caracterizada por hiperglicemia constante devido à falta de insulina ou resistência à insulina.
  • Diafragma. Músculo que separa o tórax do abdômen e auxilia na respiração.
  • Diapedese. Passagem dos leucócitos do sangue através dos vasos sanguíneos.
  • Diástole. Fase de relaxamento do coração, durante a qual as câmaras se enchem de sangue.
  • Diencéfalo. Área central do encéfalo composta por tálamo, hipotálamo e glândula pineal.
  • Difusão facilitada. Transporte passivo de substâncias através de proteínas de canais.
  • Difusão facilitada. Transporte passivo mediado por proteínas de canais, permitindo a passagem de substâncias de alta para baixa concentração.
  • Difusão simples. Transporte passivo de íons e gases através da membrana celular.
  • Digestão. Transformação dos alimentos em pequenas moléculas absorvíveis.
  • Di-hidrotestosterona. Hormônio derivado da testosterona que estimula a síntese de proteínas.
  • Diuréticos. Medicamentos que promovem a perda de líquido pelos rins, diminuindo o volume sanguíneo e a pressão arterial.
  • DNA (ácido desoxirribonucleico). Molécula que contém a informação genética.
  • Dopamina. Neurotransmissor responsável por respostas emocionais, aprendizado, humor e regulação do tônus muscular.
  • Ducto coletor. Parte final do néfron onde ocorre reabsorção de sódio, água e bicarbonato, e secreção de potássio e ácido.
  • Duodeno. Primeira parte do intestino delgado onde ocorre a maior parte da digestão e absorção.
  • ECA (enzima conversora da angiotensina). Enzima que converte angiotensina 1 em angiotensina 2, um potente vasoconstritor.
  • Efeito Bohr. Diminuição da afinidade da hemoglobina pelo oxigênio devido à diminuição do pH.
  • Ejaculação. Fase do ato sexual masculino em que o sêmen é expelido pela uretra.
  • Encéfalo. Parte do SNC que engloba todas as estruturas contidas dentro do crânio, responsável por funções como pensamento e memória.
  • Endocitose. Processo de entrada de substâncias na célula sem atravessar a membrana.
  • Endocrinologia. Estudo das glândulas endócrinas e de seus hormônios.
  • Endolinfa. Líquido que preenche os canais do aparelho vestibular.
  • Endométrio. Camada interna do útero que se prepara para receber o óvulo fertilizado.
  • Endotélio. Camada de células que reveste internamente os vasos sanguíneos.
  • Eosinófilos. Leucócitos que aumentam em reações alérgicas e infestações parasitárias.
  • Epidídimo. Estrutura onde os espermatozoides amadurecem e são armazenados antes de serem transportados pelo ducto deferente.
  • Epiglote. Estrutura que fecha a traqueia durante a deglutição, direcionando o muco para o esôfago.
  • Epinefrina. Hormônio e neurotransmissor que aumenta a frequência cardíaca e a força de contração do coração.
  • Epitélio pigmentado. Camada da retina que absorve luz dispersa.
  • Eritropoese. Produção de hemácias no organismo.
  • Eritropoetina. Hormônio produzido pelos rins que estimula a produção de hemácias.
  • Esclera. Estrutura que forma o branco do olho e protege suas partes internas.
  • Esmalte. Tecido que reveste a coroa do dente.
  • Esôfago. Tubo que transporta alimentos da boca para o estômago.
  • Espermatogênese. Processo de diferenciação das espermatogônias em espermatozoides.
  • Espermatogônias. Células germinativas nos túbulos seminíferos que se transformam em espermatozoides.
  • Espermatozoide. Gameta masculino produzido nos testículos.
  • Espirômetro. Equipamento que mede o ar movimentado durante a respiração.
  • Estrogênio. Hormônio que promove características sexuais femininas e regula o ciclo menstrual.
  • Excitabilidade. Capacidade do neurônio de responder a estímulos, gerando um impulso nervoso.
  • Expiração. Processo de relaxamento dos músculos respiratórios, diminuindo o volume da caixa torácica e expulsando o ar dos pulmões.
  • Fagocitose. Processo de engolfamento de partículas sólidas por células.
  • Fagocitose. Processo de engolfamento e destruição de elementos estranhos por células.
  • Fase cefálica. Ação do reflexo longo que prepara o estômago para a digestão.
  • Fase folicular. Período do ciclo menstrual em que ocorre o crescimento das células foliculares.
  • Fase gástrica. Ação do reflexo curto que aumenta a produção de ácido e enzimas no estômago.
  • Fase lútea. Período do ciclo menstrual em que a progesterona é o hormônio dominante.
  • Fase proliferativa. Período do ciclo uterino em que o endométrio cresce e se prepara para a gravidez.
  • Fase secretora. Período do ciclo uterino em que o endométrio se prepara para a implantação do embrião.
  • Febre. Mecanismo de defesa caracterizado pelo aumento da temperatura corporal.
  • Feedback negativo. Mecanismo de regulação que diminui a produção de hormônios.
  • Feedback negativo. Mecanismo de regulação que inibe a produção de hormônios quando seus níveis estão altos.
  • Feedback positivo. Mecanismo de regulação que intensifica a produção de hormônios.
  • Fenda sináptica. Espaço preenchido pelo LEC onde o neurotransmissor é lançado durante a sinapse.
  • Fertilização. Processo de união do óvulo com o espermatozoide, formando o zigoto.
  • Fibras de Purkinje. Fibras que conduzem rapidamente o potencial de ação pelos ventrículos, provocando sua contração.
  • Fibras motoras. Fibras que apresentam axônios e são responsáveis por transmitir comandos motores.
  • Fibras sensitivas. Fibras que apresentam dendritos e são responsáveis por captar sensações.
  • Fibrinogênio. Proteína essencial no processo de coagulação sanguínea.
  • Fibroblastos. Células do tecido conjuntivo que produzem fibras colágenas e elásticas.
  • Filtração glomerular. Processo de passagem de líquidos do sangue para dentro do néfron na cápsula de Bowman.
  • Fímbrias. Estruturas que recobrem os ovários e ajudam a capturar o óvulo durante a ovulação.
  • Fisiologia. Ciência que estuda o funcionamento dos seres vivos.
  • Folículo primário. Estrutura inicial do desenvolvimento do oócito, antes da formação do antro.
  • Folículo secundário. Estrutura que se forma após a criação do antro, pronta para a ovulação.
  • Fosfato de creatina. Molécula que armazena energia para a contração muscular.
  • Fósforo. Mineral essencial para a formação de ATP e ácidos nucleicos.
  • Fotorreceptores. Células que transformam luz em impulsos nervosos, incluindo cones e bastonetes.
  • Fóvea central. Área da retina com alta acuidade visual, contendo apenas cones.
  • Frequência Cardíaca (FC). Número de batimentos cardíacos por minuto.
  • Frequência cardíaca. Número de batimentos cardíacos por minuto.
  • FSH (hormônio foliculoestimulante). Hormônio que induz o crescimento das células foliculares.
  • FSH. Hormônio foliculoestimulante que age nas células de Sertoli para promover a espermatogênese.
  • Gânglios. Agrupamentos ovalados de corpos de neurônios pseudounipolares localizados fora do SNC.
  • Gastrina. Hormônio que estimula a produção de ácido gástrico.
  • Glândula pineal. Glândula que produz melatonina, controlando o relógio biológico.
  • Glândulas endócrinas. Glândulas que produzem hormônios e os liberam na corrente sanguínea.
  • Glândulas exócrinas. Glândulas que excretam seus produtos para fora do corpo ou em cavidades internas.
  • Glicose. Principal fonte de energia para as células.
  • Globo ocular. Estrutura esférica que contém os componentes do olho.
  • Globulina. Proteína responsável pela imunidade e transporte de substâncias.
  • Glucagon. Hormônio produzido pelas células alfa do pâncreas que aumenta a glicemia.
  • Glutamato. Aminoácido neurotransmissor excitatório mais abundante no SNC, envolvido em aprendizagem e memória.
  • GnRH (hormônio liberador das gonadotropinas). Hormônio que controla a liberação de LH e FSH.
  • GnRH. Hormônio liberador de gonadotropinas produzido pelo hipotálamo que estimula a adeno-hipófise a liberar LH e FSH.
  • Gônadas. Órgãos produtores de gametas e hormônios, como testículos nos homens e ovários nas mulheres.
  • Hemácias. Células responsáveis pelo transporte de gases no sangue. Também chamadas, popularmente, de glóbulos vermelhos.
  • Hematopoese. Produção de células sanguíneas no organismo.
  • Hematose. Troca gasosa nos pulmões, com a saída de gás carbônico e entrada de oxigênio no sangue.
  • Hemoglobina. Molécula nas hemácias responsável pelo transporte de oxigênio.
  • Hemoglobina. Proteína nas hemácias que transporta oxigênio.
  • Hemostasia. Parada do sangramento.
  • Hiperglicemia. Condição de glicemia alta no sangue.
  • Hipertrofia. Aumento do tamanho de um órgão ou tecido devido ao aumento do tamanho das células.
  • Hipocampo. Área relacionada com aprendizagem e memória.
  • Hipoglicemia. Condição de glicemia baixa no sangue.
  • Hipotálamo. Parte do diencéfalo responsável por funções como controle da homeostase e produção de hormônios.
  • Hipotálamo. Região do encéfalo que controla o sistema endócrino e o sistema nervoso autônomo.
  • Hipotálamo. Região do encéfalo que produz GnRH e regula a função das gônadas.
  • Homeostase. Manutenção das condições constantes do meio interno do corpo.
  • Homeostase. Manutenção do equilíbrio interno do corpo, incluindo controle hidroeletrolítico e do pH.
  • Homeostase. Manutenção do equilíbrio interno do corpo.
  • Hormônio do crescimento humano (hGH). Hormônio que promove o crescimento e a multiplicação celular.
  • Hormônios autócrinos. Hormônios que agem na própria glândula que os produziu.
  • Hormônios endócrinos. Hormônios que são expelidos para a corrente sanguínea e atingem alvos distantes.
  • Hormônios hidrossolúveis. Hormônios que agem em receptores na superfície celular e não atravessam a membrana plasmática.
  • Hormônios lipossolúveis. Hormônios que atravessam a membrana plasmática e agem no interior das células.
  • Hormônios parácrinos. Hormônios que exercem suas ações em alvos próximos à glândula produtora.
  • Humor aquoso. Líquido que mantém a forma do globo ocular e fornece nutrientes.
  • Íleo. Última parte do intestino delgado.
  • Impulso nervoso. Potencial de ação que se propaga ao longo do neurônio, resultante da despolarização celular.
  • Inflamação. Mecanismo de defesa contra agressões no corpo, caracterizado por dor, calor, rubor e edema.
  • Inibina. Hormônio que inibe a produção de FSH e, em menor grau, de LH.
  • Inspiração. Processo de contração dos músculos respiratórios, aumentando o volume da caixa torácica e permitindo a entrada de ar nos pulmões.
  • Insulina. Hormônio produzido pelas células beta do pâncreas que diminui a glicemia.
  • Interferon. Proteínas que impedem a replicação viral.
  • Intestino delgado. Órgão onde ocorre a maior parte da digestão e absorção de nutrientes.
  • Intestino grosso. Órgão responsável pela absorção de água e formação das fezes.
  • Íris. Músculo que regula a quantidade de luz que entra no olho.
  • Isquemia. Redução do fluxo sanguíneo para um tecido, causando falta de oxigênio.
  • Jejuno. Segunda parte do intestino delgado.
  • Lactação. Processo de produção e ejeção de leite pelas glândulas mamárias.
  • Lateralização dos hemisférios cerebrais. Funções específicas desempenhadas por cada hemisfério cerebral.
  • Lei de Boyle. Descreve a relação inversa entre pressão e volume dos gases.
  • Lei de Dalton. Afirma que a pressão total de gases é a soma das pressões individuais de cada gás.
  • Lei de Frank-Starling. Princípio que afirma que o coração bombeia todo o sangue que chega a ele, ajustando a força de contração ao volume de sangue recebido.
  • Lei de Henry. Gás migra de regiões de pressão parcial mais elevada para regiões de menor pressão.
  • Lei de Laplace. Expressa a pressão dentro de uma estrutura esférica em função da tensão superficial e do raio.
  • Leucócitos. Células responsáveis pela defesa contra agressões ou microrganismos estranhos.
  • LH (Hormônio luteinizante). Hormônio que promove a ovulação e a formação do corpo lúteo.
  • LH. Hormônio luteinizante que estimula as células de Leydig a produzir testosterona.
  • Linfócitos. Tipo de leucócito envolvido na resposta imune.
  • Linguagem. Capacidade de trocar informações por fala e escrita.
  • Lipase pancreática. Enzima que dissolve triglicerídios.
  • Lipase salivar. Enzima que digere gorduras na boca.
  • Líquido extracelular (LEC). Líquido que preenche os espaços entre as células.
  • Líquido folicular. Substância produzida pelas células da granulosa que se acumula no antro.
  • Líquido intracelular (LIC). Líquido que preenche o interior das células.
  • Lisossomos. Organelas que contêm enzimas digestivas para a reciclagem celular.
  • Lisozima. Enzima que destrói bactérias na boca.
  • Lúmen. Espaço interno do tubo GI.
  • Luteinização. Processo de formação do corpo lúteo a partir dos restos foliculares.
  • Macrófago alveolar. Célula que realiza a fagocitose de materiais estranhos e patógenos nos pulmões.
  • Mácula lútea. Região da retina com alta concentração de cones.
  • Máculas. Receptores no sáculo e utrículo responsáveis pelo equilíbrio estático.
  • Magnésio. Mineral vital para a estrutura óssea e funcionamento enzimático.
  • Mamogênese. Desenvolvimento das glândulas mamárias durante a gravidez.
  • Mastigação. Processo mecânico de quebra dos alimentos na boca.
  • Medula espinal. Estrutura do SNC que se estende pela coluna vertebral, transmitindo sinais e gerando reflexos.
  • Medula oblonga. Parte do cérebro que regula funções automáticas, como a frequência cardíaca e a respiração.
  • Medula oblonga. Parte do tronco encefálico que contém núcleos reguladores da respiração.
  • Membrana otolítica. Substância gelatinosa com cristais de carbonato de cálcio.
  • Membrana plasmática. Estrutura que envolve a célula, controlando a entrada e saída de substâncias.
  • Menstruação. Descamamento do endométrio que marca o início do ciclo menstrual.
  • Micção. Ato de urinar, controlado por reflexos medulares voluntários e involuntários.
  • Micróglias. Células da glia que participam do sistema imunológico, removendo células danificadas e patógenos.
  • Mielina. Substância que isola axônios, aumentando a velocidade de condução do impulso nervoso.
  • Miométrio. Camada média do útero composta por músculo liso.
  • Mitocôndrias. Organelas responsáveis pela produção de energia na célula.
  • Monócitos. Leucócitos que se transformam em macrófagos no tecido conjuntivo.
  • Motilidade. Movimentos realizados pelo tubo GI, como mastigação e peristaltismo.
  • Muco. Substância pegajosa produzida pelas células caliciformes, que retém impurezas e microrganismos.
  • Muco. Substância que lubrifica e protege as paredes do tubo GI.
  • Néfron. Unidade funcional do rim, composta por elementos tubulares e vasculares, responsável por filtração, reabsorção e secreção.
  • Neuro-hipófise. Parte posterior da glândula hipófise que armazena e libera ADH e ocitocina.
  • Neurônio. Unidade estrutural básica do sistema nervoso, composta por corpo celular, dendritos e axônios.
  • Neurônios colinérgicos. Neurônios que produzem o neurotransmissor acetilcolina.
  • Neurônios pós-ganglionares. Neurônios que transmitem sinais do gânglio aos tecidos alvo.
  • Neurônios pré-ganglionares. Neurônios que transmitem sinais do SNC ao gânglio autônomo.
  • Neurotransmissores. Substâncias químicas que transmitem sinais entre neurônios, podendo ter efeitos excitatórios ou inibitórios.
  • Neutrófilos. Principais fagócitos do sangue.
  • Nó sinoatrial. Estrutura no átrio direito do coração que atua como marca-passo, iniciando o impulso elétrico que regula os batimentos cardíacos.
  • Nó sinoatrial. Estrutura no átrio direito que atua como marca-passo natural do coração, regulando o ritmo cardíaco.
  • Nociceptores. Neurônios que detectam dor.
  • Norepinefrina. Neurotransmissor que ativa o sistema nervoso simpático e regula o sono, humor e alimentação.
  • Núcleo da base. Contém neurônios produtores de dopamina, controlando movimentos.
  • Núcleo respiratório dorsal. Controla a inspiração.
  • Núcleo respiratório ventral. Controla a expiração ativa.
  • Núcleo. Estrutura celular que contém o DNA.
  • Ocitocina. Hormônio que atua nas mamas e no útero, promovendo contrações e ejeção de leite.
  • Ocitocina. Hormônio que promove a contração uterina e a ejeção do leite.
  • Oligodendrócitos. Células do SNC que isolam os axônios criando mielina, semelhante às células de Schwann no SNP.
  • Oócito primário. Célula germinativa que se desenvolve em folículos primordiais.
  • Oócito secundário. Óvulo maduro pronto para ser liberado durante a ovulação.
  • Oogênese. Formação dos gametas femininos nos ovários.
  • Opsina. Glicoproteína que compõe os fotopigmentos.
  • Osmolaridade. Concentração de solutos em um líquido, importante para o equilíbrio hídrico e eletrolítico.
  • Osmose. Transporte passivo de água através da membrana celular.
  • Otólitos. Cristais de carbonato de cálcio na membrana otolítica.
  • Ovulação. Liberação do oócito secundário do ovário em direção à tuba uterina.
  • Paladar. Sentido químico que detecta sabores como doce, salgado, azedo e amargo.
  • Papilas gustativas. Estruturas na língua que contêm células receptoras do paladar.
  • Paratormônio (PTH). Hormônio da paratireoide que atua na reabsorção de cálcio no túbulo distal.
  • Paratormônio (PTH). Hormônio produzido pelas glândulas paratireoides que aumenta a concentração de cálcio no sangue.
  • Pepsina. Enzima que quebra proteínas no estômago.
  • Pepsinogênio. Enzima inativa que se transforma em pepsina no estômago.
  • Peristaltismo. Movimentos involuntários que empurram o alimento ao longo do tubo gastrintestinal
  • Permeabilidade. Capacidade de uma membrana permitir a passagem de substâncias.
  • Peroxissomos. Organelas que degradam produtos tóxicos dentro da célula.
  • Plaquetas. Fragmentos celulares responsáveis pela coagulação sanguínea.
  • Plasma. Parte líquida do sangue composta por água, proteínas e outras substâncias.
  • Pleura. Membranas que envolvem os pulmões, constituídas por pleura parietal e pleura visceral.
  • Plexo mioentérico. Rede de nervos que comanda os movimentos do intestino delgado.
  • Podócitos. Células da cápsula de Bowman que formam a fenda de filtração para a passagem de substâncias para o néfron.
  • Potássio. Cátion intracelular que participa da contração muscular e atividade nervosa.
  • Potencial de ação. Inversão de carga elétrica na célula, de negativa para positiva, que gera o impulso nervoso.
  • Potencial de repouso. Estado polarizado da célula, com voltagem média de –70 mV, devido ao efluxo de potássio.
  • Pré-carga. Volume de sangue que retorna ao coração, gerando estiramento no músculo cardíaco antes da contração.
  • Pressão Arterial (PA). Força exercida pelo sangue contra as paredes das artérias durante a contração e relaxamento do coração.
  • Pressão arterial diastólica (PAD). Pressão mínima nas artérias durante o relaxamento do coração.
  • Pressão arterial sistólica (PAS). Pressão máxima nas artérias durante a contração do coração.
  • Pressão arterial. Força exercida pelo sangue contra as paredes das artérias.
  • Pressão coloidosmótica. Força que transporta água e substâncias do néfron de volta para o capilar glomerular.
  • Pressão diastólica. Pressão nas artérias durante o relaxamento do coração.
  • Pressão hidrostática. Força gerada pelo coração que empurra água e substâncias dissolvidas no sangue para a cápsula de Bowman.
  • Pressão sistólica. Pressão nas artérias durante a contração do coração.
  • Progesterona. Hormônio que prepara o endométrio para a implantação do óvulo fertilizado.
  • Prolactina. Hormônio responsável pela produção de leite nas glândulas mamárias.
  • Proprioceptores. Receptores em articulações e músculos que informam sobre a posição do corpo.
  • Próstata. Glândula que produz um líquido leitoso e alcalino para neutralizar a acidez do sêmen e das secreções vaginais.
  • Proteínas. Moléculas essenciais para a estrutura e função celular.
  • Protrombinase. Enzima que converte protrombina em trombina durante a coagulação.
  • Pupila. Orifício na íris que controla a entrada de luz no olho.
  • Quimiorreceptor. Receptor que detecta mudanças na concentração de oxigênio, dióxido de carbono e íons hidrogênio no sangue.
  • Quimiorreceptores centrais. Localizados na medula oblonga, respondem a mudanças na concentração de íons H+ e PCO2.
  • Quimiorreceptores periféricos. Sensíveis à diminuição de PO2, diminuição do pH e aumento na PCO2.
  • Quimiotaxia. Atração química de leucócitos para locais de agressão.
  • Quimo. Mistura de bolo alimentar com ácido e enzimas gástricas.
  • Reflexo de Bainbridge. Reflexo que aumenta a frequência cardíaca em resposta ao aumento da pressão atrial.
  • Reflexo de estiramento. Reflexo que causa contração muscular para prevenir estiramento excessivo.
  • Reflexo de extensão cruzada. Ajuda a manter o equilíbrio quando um pé é afastado do chão.
  • Reflexo de flexão ou retirada. Afasta membros de estímulos dolorosos.
  • Reflexo enterogástrico. Reflexo que regula a passagem do quimo do estômago para o duodeno.
  • Reflexo tendinoso. Controla tensão muscular para prevenir ruptura de tendões.
  • Reflexo. Resposta rápida e automática a estímulos, podendo ser somático ou visceral.
  • Reflexos. Respostas automáticas a estímulos ambientais.
  • Relaxina. Hormônio que relaxa o útero e facilita a implantação do óvulo fertilizado.
  • Renina. Enzima produzida pelos rins que inicia a conversão de angiotensinogênio em angiotensina.
  • Renina. Enzima produzida pelos rins que participa do sistema renina-angiotensina-aldosterona no controle da pressão arterial.
  • Resistência periférica. Resistência ao fluxo sanguíneo nas arteríolas, influenciando a pressão arterial.
  • Resistência. Capacidade do organismo de se defender contra patógenos.
  • Retículo endoplasmático granular. Estrutura responsável pela síntese de proteínas.
  • Retículo endoplasmático liso. Estrutura responsável pela desintoxicação celular.
  • Retina. Camada interna do olho que transforma luz em impulsos nervosos.
  • Retroalimentação tubuloglomerular. Mecanismo que estabiliza o volume de líquido nos néfrons, controlando a pressão arterial.
  • Ribossomos. Estruturas responsáveis pela síntese de proteínas.
  • Rodopsina. Fotopigmento nos bastonetes responsável por absorver luz.
  • Sáculo. Junto com o utrículo, um dos órgãos otolíticos que detectam equilíbrio estático e dinâmico.
  • Secreção. Produção de substâncias químicas pelas células do epitélio do tubo GI.
  • Secretina. Hormônio que diminui a motilidade gástrica e estimula a produção de bicarbonato no pâncreas.
  • Sêmen. Mistura de espermatozoides e líquidos das glândulas acessórias do sistema reprodutor masculino.
  • Serotonina. Neurotransmissor que regula temperatura, humor, sono e apetite, produzido a partir do triptofano.
  • Simporte. Transporte ativo secundário que move duas substâncias na mesma direção através da membrana celular.
  • Sistema coluna anterolateral. Vias sensitivas que conduzem impulsos de dor, posição e temperatura.
  • Sistema coluna dorsal lemnisco medial. Vias sensitivas que conduzem sensações rápidas e precisas.
  • Sistema complemento. Proteínas que intensificam reações imunes, alérgicas e inflamatórias.
  • Sistema gastrintestinal. Sistema responsável por transformar alimentos em moléculas absorvíveis.
  • Sistema límbico. Parte do cérebro relacionada com aprendizagem, memória e emoções.
  • Sistema nervoso autônomo. Parte do sistema nervoso que controla funções involuntárias.
  • Sistema nervoso central (SNC). Composto pelo encéfalo e medula espinal, responsável por coordenar e regular funções corporais.
  • Sistema nervoso parassimpático. Parte do SNA que conserva energia e promove funções de repouso.
  • Sistema nervoso periférico (SNP). Composto por neurônios e estruturas fora do SNC, incluindo terminações nervosas livres e gânglios.
  • Sistema nervoso simpático. Parte do SNA que prepara o corpo para situações de estresse.
  • Sistema nervoso somático. Parte do sistema nervoso de comando voluntário.
  • Sistema nervoso visceral. Parte do sistema nervoso de comando involuntário.
  • Sistema neuroendócrino. Integração dos sistemas nervoso e endócrino no controle das funções corporais.
  • Sistema porta hipofisário. Sistema de vasos sanguíneos que transporta hormônios do hipotálamo para a adeno-hipófise.
  • Sistema porta renal. Sistema especial de vascularização dos rins.
  • Sistema renina-angiotensina-aldosterona. Sistema que regula a pressão arterial e a homeostase de sódio e potássio.
  • Sistema-tampão. Moléculas que impedem alterações rápidas no pH, transformando ácidos e bases fortes em fracas.
  • Sístole. Fase de contração do coração, durante a qual o sangue é ejetado das câmaras.
  • Sódio. Principal cátion do líquido extracelular, essencial para a condução nervosa.
  • Somatostatina. Hormônio que inibe a secreção gástrica.
  • Substância branca. Área da medula espinal com fibras nervosas.
  • Substância cinzenta. Área da medula espinal com corpos celulares de neurônios.
  • Surfactante. Líquido produzido pelos pneumócitos do tipo 2, que reduz a tensão superficial nos alvéolos.
  • Tálamo. Parte do diencéfalo que distribui fibras sensitivas para outras partes do encéfalo.
  • Taxa de filtração glomerular (TFG). Quantidade de água e substâncias filtradas para dentro da cápsula de Bowman por unidade de tempo.
  • Teca do folículo. Camada externa do folículo dividida em teca interna e externa.
  • Termorreceptores. Detectam temperaturas de frio e calor.
  • Testículos. Gônadas masculinas que produzem espermatozoides e testosterona.
  • Testosterona. Principal hormônio masculino que influencia características sexuais primárias e secundárias.
  • Tireoide. Glândula que produz os hormônios T3, T4 e calcitonina, regulando o metabolismo e o crescimento.
  • Transporte ativo. Movimento de substâncias através da membrana com gasto de energia.
  • Transporte ativo. Movimento de substâncias contra seu gradiente de concentração, utilizando energia.
  • Transporte passivo. Movimento de substâncias através da membrana sem gasto de energia.
  • Traqueia. Tubo constituído por anéis de cartilagem que conduz o ar para os brônquios.
  • Tratos. Conjunto de fibras no SNC, responsáveis pela condução de sinais sensitivos e motores.
  • Tripsina. Enzima que dissolve proteínas no intestino delgado.
  • Trofoblastos. Células que formam a placenta e produzem hormônios durante a gravidez.
  • Trombina. Enzima que transforma fibrinogênio em fibrina durante a coagulação.
  • Tronco encefálico. Parte do encéfalo que inclui medula oblonga, ponte e mesencéfalo.
  • TSH. Hormônio tireoestimulante que estimula a produção de hormônios pela glândula tireoide.
  • Túbulos seminíferos. Estruturas nos testículos onde ocorre a espermatogênese.
  • Túnica fibrosa. Camada externa do globo ocular formada por córnea e esclera.
  • Túnica vascular. Camada média do globo ocular formada por coroide, corpo ciliar e íris.
  • Ureia. Produto de degradação das proteínas, importante para a formação de urina concentrada.
  • Utrículo. Junto com o sáculo, um dos órgãos otolíticos que detectam equilíbrio estático e dinâmico.
  • Valva cardíaca. Estrutura que regula o fluxo de sangue entre as câmaras do coração e os grandes vasos.
  • Vaso linfático. Estrutura que drena o líquido extracelular e transporta linfócitos.
  • Vaso sanguíneo. Estrutura que transporta sangue pelo corpo, incluindo artérias, veias e capilares.
  • Vasoconstrição. Estreitamento dos vasos sanguíneos que aumenta a pressão arterial.
  • Vasopressina (ADH). Hormônio antidiurético que aumenta a reabsorção de água no ducto coletor.
  • Vasopressina. Hormônio que regula sede e pressão arterial, produzido no hipotálamo.
  • Veia porta hepática. Veia que transporta nutrientes do intestino para o fígado.
  • Veia. Vaso sanguíneo que transporta sangue das células de volta ao coração.
  • Ventilação alveolar. Volume de ar que chega aos alvéolos por minuto.
  • Ventrículos. Cavidades inferiores do coração que bombeiam o sangue para fora do coração.
  • Vênula. Pequeno vaso sanguíneo que coleta sangue dos capilares e o transporta para as veias.
  • Vesículas seminais. Glândulas que produzem um líquido viscoso que nutre os espermatozoides e contém prostaglandinas.
  • Vias motoras diretas. Controlam movimentos voluntários, originando-se no córtex cerebral.
  • Vias motoras indiretas. Coordenam movimentos através de várias partes do encéfalo.
  • Vias motoras. Trajetórias que conduzem comandos do encéfalo para os músculos, podendo ser diretas ou indiretas.
  • Vias sensitivas. Caminhos pelos quais os impulsos nervosos sensoriais são transmitidos dos receptores sensoriais periféricos para o sistema nervoso central.
  • Visão. Tradução de luz em imagens mentais nas áreas encefálicas.
  • Vitamina A. Necessária para o crescimento celular e saúde da pele.
  • Vitamina D. Fundamental para a absorção de cálcio e fosfato.
  • Vitamina K. Essencial para a coagulação sanguínea.
  • Volemia. Volume total de sangue circulante no corpo.
  • Volume corrente. Ar respirado com calma durante a inspiração e expiração normais.
  • Volume de ejeção (VE). Volume de sangue ejetado por cada ventrículo a cada batimento cardíaco.
  • Volume expiratório de reserva. Volume adicional de ar expirado após uma expiração normal.
  • Volume inspiratório de reserva. Volume adicional de ar inspirado após uma inspiração normal.
  • Volume residual. Volume de ar que permanece nos pulmões após uma exalação máxima.
  • Zigoto. Óvulo fertilizado que inicia as divisões mitóticas para formar o embrião.
  • Zona pelúcida. Camada de glicoproteína que recobre o oócito primário.